Sonho da ordem. A cidade latino-americana
DOI:
https://doi.org/10.29192/claeh.835Resumo
«Parto da inteligência» foi como Ángel Rama denominou a cidade latino-americana no muito citado primeiro parágrafo de seu ensaio A cidade letrada. O início alcançou celebridade ao construir uma figura de retórica com várias imagens felizes: o sonho ocidental de uma ordem, dizia, no amplo ciclo que vai da destruição de Tenochtitlan (século XVI) à construção de Brasília (século XX), teria encontrado no Novo Continente um lugar para se encarnar. Optando por um ciclo menos ambicioso, 1940–1970, Adrián Gorelik (1957) propõe-se neste livro, intitulado A cidade latino-americana, explanar essa entelequia como uma figura da imaginação social do século XX. Se a América Latina foi, nessas décadas, um avançado projeto político, é em suas cidades, na transformação urbana, onde se podem apreciar as etapas dessa utopia: seus pontos de partida, seus desenvolvimentos, suas ilusões perdidas.
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