A defesa dos direitos humanos durante a ditadura na Argentina (1976–1983)
O Movimento Judaico pelos Direitos Humanos
DOI:
https://doi.org/10.29192/claeh.630Palavras-chave:
movimento social, ditadura, ArgentinaResumo
O terror, a perseguição, o sequestro, o desaparecimento e a busca desesperada por membros da comunidade judaica durante a última ditadura cívico-militar ocorrida na Argentina (1976–1983) constituem o contexto deste artigo. Nele são analisadas as atividades realizadas por um pequeno grupo de judeus, voltadas à denúncia do antissemitismo e das violações aos direitos humanos cometidas pela ditadura, incluindo a libertação das vítimas ou a investigação de seu paradeiro. Essas ações levaram, ao final do período estudado, à formação do Movimento Judaico pelos Direitos Humanos. Após indicar as principais características de um movimento social, o trabalho investiga aquelas que correspondem ao Movimento Judaico pelos Direitos Humanos: os antecedentes de seus membros, as primeiras conversas, as ações empreendidas para enfrentar a ditadura e sua constituição. Inclui-se a análise dos conflitos gerados não apenas diante do regime ditatorial, mas — e especialmente — no interior da comunidade judaica. O artigo conclui com a descrição das circunstâncias que determinaram seu progressivo declínio, até sua dissolução já em tempos democráticos.
Downloads
Referências
Bergman, M. (2012). Roberto Graetz. En M. G. Vanzini (Comp.) y A. Abriani (Coord.), Personalidades religiosas de la ciudad de Buenos Aires: Hombres y mujeres creyentes que dejaron su huella (pp. 111-117). Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires.
Comisión Nacional sobre la Desaparición de Personas. (1984). Informe de la Comisión Nacional sobre la Desaparición de Personas. Eudeba.
Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas. (2007). Informe sobre la situa-ción de los detenidos-desaparecidos judíos durante el genocidio perpetrado en Argentina, 1976-1983. https://www.daia.org.ar/wp-content/uploads/2019/02/Desaparecidos.pdf
Dobry, H. (2013). Los judíos y la dictadura. Vergara.
Esto se dijo en Bet-El. (1983, 29 de octubre). Mundo Israelita. p. 5.
Fainstein, D. (2006). Secularización, profecía y liberación: La desprivatización de la religión en el pensamiento judío contemporáneo. Un estudio comparativo de sociología histórica e historia intelectual [Disertación de doctorado]. Universidad Nacional Autónoma de México.
Goldman, D., y Dobry, H. (2014). Ser judío en los setenta. Siglo XXI.
Isay, J. (2004). The living words of Rabbi Marshall T. Meyer: You are my witness. St. Martin Press.
Lipis, G. (2010). Zikaron-Memoria: Judíos y militares bajo el terror del Plan Cóndor. Del Nuevo Extremo.
Mac Adam, D. (1999). Political process and the development of black insurgency: 1930-1970 (2.a ed.). University of Chicago Press.
Rosemberg, D. (2010). Marshall Meyer: El rabino que le vio la cara al diablo. Capi-tal Intelectual.
Tilly, C., y Wood, L. (2010). Los movimientos sociales 1768-2008: Desde sus orígenes a Facebook. Crítica.
Un luchador olvidado por el relato. (2014, 14 de enero). El Perfil. https://www.perfil.com/noticias/elobservador/un-luchador-olvidado-por-el-relato-20140104-0007.phtml
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Esta obra está bajo una Licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional.









